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Será que meu bebê tem autismo?

Aprenda a identificar sinais de Transtorno do Espectro Autista (TEA) em bebês de 06 a 12 meses.
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Lorena Motter Kikuti
Estagiária de Jornalismo
Publicado em

Os indícios do Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem se manifestar pouco depois do nascimento, mas se tornam mais evidentes entre os 12 e 24 meses de idade. No entanto, o diagnóstico efetivo costuma ser feito apenas por volta dos quatro ou cinco anos. 

Há uma preocupação com esse diagnóstico tardio, pois a prática de intervenções precoces podem levar a melhorias significativas no funcionamento cognitivo e adaptativo da criança. Assim, é crucial identificar possíveis sinais de autismo já no primeiro ano de vida do bebê.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) reuniu alguns marcadores do TEA que podem aparecer em indivíduos de 06 a 12 meses. Confira:

06 meses

Fique atento caso o seu bebê apresente os seguintes indícios: falta de variedade nas expressões faciais, contato visual limitado, falta de sorriso espontâneo e pouca interação comunicativa.

09 meses

Para os pequenos de nove meses, é importante notar se existe a frequência de  comportamentos como: a participação quase inexistente em trocas comunicativas, não emissão de balbucios ou palavras como “mama” e “papa”, falta de respostas quando chamado, o não acompanhamento do olhar para o adulto ou escassez de retornos quando sofre estímulos e demonstração de pouca ou nenhuma imitação.

12 meses

Com um ano de idade, os sinais de alerta de autismo se concentram em atitudes como: não produzir balbucios, não utilizar gestos comuns (como acenar para dizer “adeus”), não pronunciar palavras como “mamãe” e “papai” para chamar os pais, e não demonstrar atenção compartilhada.

O que fazer se meu filho apresentar algum desses comportamentos?

É sempre importante direcionar as observações de condutas que levam a suspeita de autismo a profissionais como neurologistas ou psiquiatras. O diagnóstico correto proporcionará o acesso à intervenções e tratamento adequados. 

Visando o bem-estar e o desenvolvimento cognitivo, social e emocional de pessoas com deficiência intelectual, síndromes e transtornos como o TEA, a Apae Curitiba faz um trabalho de inclusão e disponibiliza atendimentos relacionados à saúde como nutricionista, psicólogo, fisioterapia, terapia ocupacional, entre outros e de educação para esses indivíduos. 

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