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Junho vermelho: um incentivo a doação de sangue

A campanha solidária, mostra que doar sangue é um ato de amor.
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Eduarda Zeglin
Assistente de Comunicação, Marketing e Eventos
Publicado em
Imagem com um fundo branco, com listras vermelhas e um laço vermelho no lado direito. Ao lado esquerdo, está escrito: Junho Vermelho: Mês de incentivo a doação de sangue

Muitas campanhas são promovidas ao longo do ano, as quais trazem debates e conscientizam a população sobre assuntos importantes, principalmente aqueles considerados tabus devido a preconceitos e outras questões. O objetivo dessas ações é atuar em prol da preservação da vida e do bem-estar de todos. Campanhas como Setembro Amarelo, Abril Azul e Outubro Rosa, são uma das mais conhecidas e divulgadas.

A celebração do mês de junho é a campanha “Junho Vermelho”, que veio com o intuito de reforçar a importância da doação de sangue e atrair novos doadores. Teve início em 2015 pelo movimento ‘’Eu Dou Sangue.’’ Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), atualmente, são coletadas no Brasil, cerca de 3,6 milhões de bolsas/ano, o que corresponde ao índice de 1,8% da população. Embora o percentual esteja dentro dos parâmetros, o MS trabalha para aumentar este índice.

A escolha do mês tem a ver com a chegada do inverno. As baixas temperaturas levam as pessoas a se recolherem, deixando-as menos propensas a sair de casa, assim ocasionam maior escassez e menor procura nos hemocentros. 

A doação é importante por vários motivos, como na utilização nos atendimentos de urgência e emergência, cirurgias, tratamento de doenças crônicas como talassemia e doença falciforme, e doenças oncológicas que, frequentemente, necessitam de transfusão. Todos esses procedimentos precisam de um fornecimento regular e seguro de sangue. Por isso, cada doação é importante para ajudar a manter os estoques abastecidos.

Como doar?

Basta procurar o hemocentro mais próximo de você. É preciso ter entre 16 e 69 anos e pesar no mínimo 50 kg. No dia deve ser apresentado documento de identificação com foto.

Recomendações para o dia da doação, conforme o Ministério da Saúde:

– Não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores;
– Não fumar por pelo menos duas horas antes da doação;
– Se alimentar bem e evitar alimentos gordurosos;
– Dormir pelo menos seis horas nas últimas 24 horas.

Intervalos para doação

– Homens: 60 dias (até 4 doações por ano);
– Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano);
– Transfusão de sangue: um ano;
– Tatuagem: um ano;
– Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina.

Cuidados pós-doação

– Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas;
– Aumentar a ingestão de líquidos;
– Manter o curativo no local da punção por pelo menos de quatro horas;
– Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho.

Quem não pode doar

– Quem teve diagnóstico de hepatite após os 11 anos;
– Mulheres grávidas ou que estejam amamentando;
– Pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas;
– Usuários de drogas. 

A Apae Curitiba

A Apae Curitiba conta com três centros terapêuticos que oferecem atendimentos à saúde gratuitos às pessoas com deficiência intelectual ou múltipla. A instituição é mantenedora de cinco escolas especializadas localizadas em Santa Felicidade, Batel e Seminário, em Curitiba. Confira nossas escolas:

➔ Escola de Educação de Estimulação e Desenvolvimento – CEDAE: Faixa Etária: 0 a 5 anos e 11 meses. 
➔ Escola Luan Muller: Faixa Etária: de 06 a 15 anos e 11 meses. 
➔   Escola Terapêutica Vivenda: Faixa Etária: a partir de 16 anos, com atuação no EJA. 
➔ Escola Integração e Treinamento do Adulto – CITA: Faixa Etária: acima de 16 anos, com atuação no EJA. 
➔ Escola Agrícola Henriette Morineau: Adultos e adolescentes a partir de 17 anos.

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