Notícias

Guia da psicóloga da Apae Curitiba auxilia pais de primeira viagem de crinças com deficiência intelectual

Ao explorar os primeiros passos indicados no guia, os pais terão acesso a estratégias para colocar em prática no dia a dia.
bio-eduarda-zeglin
Eduarda Zeglin
Assistente de Comunicação, Marketing e Eventos
Publicado em

Receber a notícia de que seu filho tem uma deficiência, muitas vezes pode parecer desafiador, principalmente para os pais de primeira viagem que podem enfrentar sentimentos de frustração e preocupação ao longo do caminho.

Diante desse cenário, é fundamental compreender que a jornada que se desenha à frente é única para cada família. A diversidade de desafios pode incluir questões médicas, educacionais e emocionais, tornando crucial o estabelecimento de redes de apoio e o acesso a recursos especializados. Nesse contexto, a psicóloga Aline Maciel, que atua na Escola Luan Muller da Apae Curitiba, destaca alguns pontos fundamentais que contribui não apenas para o entendimento mais profundo da situação, mas também para o fortalecimento das habilidades necessárias para enfrentar os desafios com resiliência.

1. Busque informação

O primeiro passo crucial para que os pais e responsáveis compreendam as necessidades de um diagnóstico é buscar informações de qualidade e confiáveis. Aline sugere que, após receberem o diagnóstico, os pais questionem o médico sobre possíveis comorbidades, terapias recomendadas e os acompanhamentos essenciais ao longo da vida. Compreender as questões centrais relacionadas à condição é fundamental para oferecer o suporte necessário e adequado a criança. 

2. Procure grupos de apoio

Reforçar o processo de aceitação da condição do filho é uma dica valiosa, que pode ser gradativa, mas simultaneamente acolhedora. Conectar-se com outros pais e familiares que passaram ou estão passando pela mesma situação é uma maneira eficaz de melhorar as perspectivas em relação à aceitação.

3. Ajuda psicológica

Manter contato com especialistas, especialmente psicólogos, pode auxiliar no processo de aceitação. Ao buscar apoio na terapia, os pais conseguem superar frustrações e obter perspectivas mais positivas em relação ao momento que estão vivendo.

4. Mantenha a família e a escola presentes

Comunicar à família e à escola sobre o diagnóstico contribui para que a criança esteja mais incluída e integrada nas atividades. A profissional ressalta a importância de destacar o que é positivo e agrega valor à criança, promovendo a inclusão do filho e incentivando os demais a se informarem e conhecerem sobre a síndrome/deficiência. 

5. Entenda os direitos do seu filho

Buscar informações jurídicas é crucial para reconhecer e compreender os direitos do seu filho. É essencial ter reconhecimento as medidas legais que protegem a criança contra preconceitos e ser capaz de oferecer apoio na promoção da sua inclusão. O site da Apae disponibiliza recursos para acompanhar alguns desses direitos previstos pela lei.

6. Esteja disposto a adapatar-se a condição da criança

Da mesma forma que toda criança demanda cuidados e atenção especiais, os pequenos com deficiência intelectual também requerem esse tipo de cuidado por parte dos pais, muitas vezes demandando uma atenção ainda mais redobrada. Por isso, é crucial implementar ajustes na rotina diária, seja no ambiente escolar, domiciliar ou profissional. O cotidiano pode ser desafiador para os pais, levando-os a se sentirem sobrecarregados. Assim, é essencial manter uma rotina consistente e estabelecer um planejamento para auxiliar nas atividades do dia a dia.

A psicóloga também ressalta: ”É sempre importante lembrar que cada criança é única e tem suas particularidades e preferências! O que funciona para um pode não funcionar para outro, mas é sempre importante apresentar as possibilidades para dar a ela uma qualidade de vida’’, finaliza. 

Para saber tudo sobre Deficiência Intelectual, Síndromes e Transtornos, siga a Apae Curitiba no Facebook e Instagram.

A Escola Luan Muller

A Escola Luan Muller, atende o Ensino Fundamental na Modalidade Educação Especial, na faixa etária de 6 a 16 anos com deficiência intelectual e múltiplas. No espaço educacional, o trabalho é voltado para a construção da autonomia e da autoestima, através de atividades das áreas do desenvolvimento e conhecimento, necessárias no processo de alfabetização, dentro dos conteúdos da base Curricular Nacional e da proposta pedagógica “Desafios do Aprender.” Conheça as escolas clicando AQUI.

Endereço: Rua Prof. João Argemiro Loyola, 220 – Seminário, Curitiba – PR

Contato: (41) 3244-9166

Notícias Relacionadas

Nota à Imprensa e a Comunidade

Voltar Notícias Paulo Fortunato Jornalista, Gerente de Comunicação, Markentig e Eventos Publicado em21 de fevereiro de 2024 A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Curitiba vem por

Sem mais notícias por enquanto!
Pular para o conteúdo