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Além do diagnóstico: compreenda os níveis do autismo e seus reflexos no desenvolvimento

Ao entender a gravidade dos sintomas é possível identificar as necessidades adequadas de suporte, atendendo as necessidades e individualidades presentes em cada situação.
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Eduarda Zeglin
Assistente de Comunicação, Marketing e Eventos
Publicado em

Nos últimos meses, tem-se observado um aumento significativo nos diagnósticos de autismo. Segundo a mais recente pesquisa conduzida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que, entre 200 milhões de habitantes, cerca de 2 milhões sejam autistas. 

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por comprometimentos no comportamento social e nas habilidades de comunicação, sendo frequentemente diagnosticado nos primeiros anos de vida. O nível de funcionamento intelectual varia consideravelmente, abrangendo desde comprometimento profundo até habilidades mais elevadas. 

Apesar das incertezas que ainda envolvem essa condição, avanços significativos na medicina e na ciência têm contribuído significativamente para diagnósticos mais precisos e opções de tratamento mais abrangentes.

O espectro autista se manifesta por meio de características, as quais são classificadas em diferentes níveis, conforme indicado pelo diagnóstico. Anteriormente, denominamos as fases do espectro autista como “graus”, mas essa terminologia foi substituída segundo a 5º edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5). Agora, utilizamos a designação de “níveis”, abrangendo variados sintomas e a gravidade da condição.

Conforme destacado pelo Blog Observatório do Autista, o nível 1 do espectro é considerado o mais leve. Nesse estágio, o paciente enfrenta dificuldades na comunicação, apresentando também comportamentos repetitivos e interesses restritos, como brincar e colecionar objetos específicos, além de desafios na compreensão da linguagem. Apesar das dificuldades de interação, esses indivíduos não estão limitados, podendo desenvolver habilidades adaptáveis com estímulo adequado.

No nível 2, todos esses sinais persistem, mas em intensidade um pouco maior. A interação e a precisão na comunicação podem ser mais desafiadoras, e os interesses podem tornar-se mais intensos, dificultando a adaptação a ambientes e mudanças diárias.

O nível 3 envolve uma expressão ainda mais acentuada das características dos primeiros níveis. A comunicação, tanto verbal quanto não-verbal, pode ser afetada, o temperamento torna-se mais difícil de controlar, com uma tendência à inflexibilidade e extrema resistência a mudanças. Essas características muitas vezes resultam no isolamento social do indivíduo, destacando a necessidade crucial de acompanhamento especializado. O estímulo adequado é essencial para promover o pleno desenvolvimento nessas situações.

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