Projeto Superando Barreiras recebe nova etapa de investimentos para fortalecer inclusão pelo esporte
Com investimento de R$ 83 mil, Rotary e Sicredi ampliam a estrutura da Sala Rotary e entregam uniformes e tênis para atletas da Apae Curitiba.

O contato com mais de um idioma ainda gera insegurança entre pais e responsáveis por crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). As principais preocupações envolvem possíveis atrasos no desenvolvimento da fala, o risco de sobrecarga cognitiva e o medo de barreiras na comunicação dentro do próprio lar.
Esse cenário é frequente. Segundo o estudo conduzido por Howard, Katsos e Gibson, publicado na revista Horizontes de Linguística Aplicada, muitos responsáveis evitam a exposição a uma segunda língua por receio de que isso prejudique o desenvolvimento da fala. Contudo, a pesquisa esclarece que o bilinguismo não é um fator de risco; a verdadeira dificuldade está na falta de suporte especializado e de um ambiente preparado para estimular esse aprendizado de maneira estruturada.
Diferente do que a maioria das pessoas acreditam, o bilinguismo pode ser um aliado. O contato com dois idiomas pode estimular as funções executivas, como a atenção seletiva e o controle cognitivo, contribuindo para o desenvolvimento do indivíduo.
Para que esse processo seja proveitoso e livre de estresse, o foco deve estar no modo que será realizada a introdução dessa nova língua. Especialistas recomendam:
Recursos Visuais: Uso de cartões e sinalizações para associar conceitos.
Contextualização: Repetição de termos vinculada a rotinas reais do dia a dia.
Tecnologia Assistiva: Ferramentas digitais que tornam a comunicação mais lúdica e acessível.
O caminho para uma educação bilíngue bem-sucedida no TEA passa pelo alinhamento entre família, escola e profissionais de saúde, como fonoaudiólogos e pedagogos. Juntos, eles podem construir estratégias personalizadas que respeitem o ritmo e as particularidades de cada criança.
Com orientação correta, o aprendizado de um novo idioma deixa de ser um obstáculo e se torna uma ferramenta de inclusão e expansão de horizontes.
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Todos os dias, a Apae Curitiba acolhe mais de 500 estudantes, oferecendo educação especializada, saúde e assistência social em três unidades. Com uma média de 40 mil atendimentos terapêuticos ao ano, a instituição trabalha para promover inclusão, autonomia e dignidade.
Para continuar esse trabalho e realizar melhorias em sua estrutura, a Apae Curitiba conta com a solidariedade da comunidade.
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Com investimento de R$ 83 mil, Rotary e Sicredi ampliam a estrutura da Sala Rotary e entregam uniformes e tênis para atletas da Apae Curitiba.
Além da prestação de contas, o encontro discutiu temas como obras, unificação das escolas, ampliação dos atendimentos em saúde e novas parcerias institucionais.
Com algumas adaptações simples, pessoas com autismo podem acompanhar os jogos com mais conforto, segurança e bem-estar
Prática que une saúde e arte, a musicoterapia favorece a comunicação, a expressão emocional e o desenvolvimento, contribuindo para o bem-estar e a inclusão de pessoas com deficiência.
Com faixa preta no peito e mais de 50 medalhas, o atleta gaúcho prova como o judô desenvolve o corpo, a mente e a independência, quebrando preconceitos de que um diagnóstico define os limites de alguém.
Data criada pela comunidade autista reforça a importância do protagonismo, da participação ativa e do reconhecimento das diferentes formas de viver e perceber o mundo.