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Apae Curitiba lança projeto “Dindo e Dinda APAExonados”

Projeto foi lançado nesta segunda-feira durante a exposição de artes “TRINTARTE”
Apae Curitiba lança projeto “Dindo e Dinda APAExonados”
Rhúbia Ribeiro
Assistente de Marketing
Publicado em

A Apae Curitiba lançou nesta semana o projeto “Dindo e Dinda APAExonados” durante a Exposição de Artes “TRINTARTE” realizada na segunda-feira (09). Trata-se de uma ação de apadrinhamento organizada pela analista de captação, Luciana Mendes. A cada mês será doado uma determinada quantia que ajudará a manter o funcionamento da associação como, por exemplo, reformas nas escolas. Podem participar da campanha qualquer pessoa interessada que entrar em contato com a idealizadora pelo WhatsApp (41) 9 9788-7886 ou pelo e-mail captacao@apaecuritiba.org.br. 

“Geralmente quando nascemos, nossos pais escolhem um padrinho e uma madrinha para nos apoiar na vida ou termos alguém como referência na falta deles. Então, é com muito carinho que nós escolhemos esse nome. Na Apae, é prioridade o atendimento humanizado aos nossos estudantes e moradores. Queremos proporcionar aos nossos estudantes o relacionamento com o doador para que todas as pessoas que se identificam com a nossa causa, possam apoiar e conhecer melhor as nossas necessidades”, diz Luciana. 

A campanha foi lançada no ano em que a Apae Curitiba completa 60 anos. Durante esses anos, a instituição tem proporcionado a mudança na vida de milhares de pessoas com deficiência intelectual ou múltipla. Além das terapias essenciais no desenvolvimento da pessoa com deficiência, oferece atendimento na educação e assistência social de forma gratuita.

O custo que a Apae Curitiba pretende arrecadar será uma forma de manter as cinco escolas em funcionamento, os três centros terapêuticos e as sete casas lar. Hoje a associação realiza, em média, 50 mil atendimentos terapêuticos por ano, totalmente gratuitos.

O presidente da associação, Paulo Roberto Michelon, conta que “a Apae Curitiba, como as instituições sociais de um modo geral, promove os mais variados tipos de eventos com o objetivo de levantamento de recursos financeiros para o sustento das suas atividades, visto que todo o atendimento prestado é gratuito – no nosso caso nas áreas de educação, saúde e assistência social”, diz. 

Existem algumas maneiras para as pessoas físicas e jurídicas colaborarem com a instituição. Para o coordenador de projetos,  Eduardo Szpunar, há várias formas de colaborar “desde projetos de renúncia fiscal, doações via telemarketing, via fatura da copel, doação de itens para nossos brechós, alimentos, produtos de higiene e limpeza. Também é essencial a colaboração de voluntários, eu destaco o Nota Paraná”, explica. 

A Apae Curitiba

A Apae Curitiba atua há quase 60 anos em prol da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla. Durante todo esse período, sustentou seu trabalho com a colaboração da população. Através das doações manteve todas as suas escolas e ofereceu saúde às pessoas com deficiência. A instituição pertence ao terceiro setor. É uma organização não governamental (ONG) que precisa, essencialmente, da colaboração e solidariedade das pessoas. 

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) foi criada no Rio de Janeiro em 1954. Em Curitiba, foi fundada em 6 de outubro de 1962 e surgiu sob o escopo do movimento: promover e articular ações de defesa de direitos, prevenção, orientações, prestação de serviços e apoio às famílias. Busca o desenvolvimento integral, habilitação e reabilitação, melhoria da qualidade de vida e inclusão social da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla, na família e comunidade.

Aluno da Escola CEDAE da Apae Curitiba

Na capital paranaense atua em três pilares – educação, saúde e assistência social -, e conta com a força de trabalho de quase 300 colaboradores para manter cinco escolas especializadas, três centros terapêuticos e sete casas lar, atendendo quase 500 alunos, alcançando mais de 700 atendimentos por dia, considerando o turno integral, e 35 acolhidos nas Casas Lar. Hoje a associação realiza, em média, quase 50 mil atendimentos terapêuticos por ano, totalmente gratuitos.

“Os recursos que forem levantados, em especial, serão direcionados à ampliação da nossa estrutura de atendimento nas áreas de educação e de saúde. Na área de educação, em que atendemos 465 estudantes, nos últimos quatro períodos escolares, deixamos de atender mais de 500 pedidos de matrículas, dada a plena ocupação das vagas disponíveis. E na área de saúde, em que fazemos, em média, 50 mil atendimentos por ano, os investimentos serão direcionados para reforma dos espaços e instalação de equipamentos de terapia e reabilitação mais atuais, que darão a Apae a possibilidade de não só de atender mais pessoas mas de empregar técnicas com melhores resultados”, detalha Michelon. 

A campanha

Com a campanha “Dindo e Dinda Apexonados” é possível realizar uma doação mensal aos alunos ou atendidos pela Apae Curitiba. “Esse apadrinhamento é uma quantia mensal, ou seja, uma doação recorrente que complementa os serviços já oferecidos pela Apae. Vamos melhorar o lazer, a alimentação, os materiais pedagógicos especializados, ampliar o número de atendimentos e manutenções emergenciais. todo esse apoio é destinado ao atendimento do nosso estudante e dos nossos moradores”, explica a idealizadora. 

O nome tem uma forma carinhosa com o intuito de representar o atendimento humanizado dado aos estudantes e moradores da instituição. O processo de apadrinhamento se torna essencial e referência no apoio e acompanhamento do acolhido. Luciana destaca que o projeto não é somente para trazer recursos. A intenção é criar um elo afetivo entre o doador e o estudante/morador. Lembrando que o morador também é estudante e frequenta todas as terapias. A quantia da doação pode ser esclarecida pela idealizadora através do WhatsApp (41) 9 9788-7886 ou pelo e-mail captacao@apaecuritiba.org.br

O coordenador de projetos diz que a campanha é essencial para a instituição. “A Apae Curitiba depende muito de algumas fontes de receita e algumas formas de captação, como convênios com o setor público, projetos de renúncia fiscal, emendas parlamentares e telemarketing. Então o ‘Dindo e Dinda Apaexonados’ vem acrescentar e trazer uma nova forma de captação de recursos, uma nova forma de receita para a organização, para reduzir a dependência de outras receitas, principalmente de recursos públicos”, relata.    

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