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Síndrome de Kabuki: O que é e o que fazer

A síndrome rara foi registrada pela primeira vez no Japão e se espalhou pelo mundo.
Síndrome de Kabuki: O que é e o que fazer
Rhúbia Ribeiro
Assistente de Marketing
Publicado em
Síndrome de Kabuki: Também conhecida como síndrome da “Maquiagem de Kabuki” – nome visto como um constrangimento –, foi retratada pela primeira vez em 1981 no Japão e de lá para cá registrou-se aproximadamente quatrocentos casos no mundo.

Você conhece a síndrome de Kabuki (SK)? Dentre as deficiências atendidas pela Apae Curitiba, a síndrome faz parte dos atendimentos nas áreas de saúde, educação e assistência social, desde que tenha deficiência intelectual. 

Também conhecida como síndrome da “Maquiagem de Kabuki” – nome visto como um constrangimento –, foi retratada pela primeira vez em 1981 no Japão e de lá para cá registrou-se aproximadamente quatrocentos casos no mundo. Conforme o Brasília Médica, órgão de divulgação científica da Associação Médica de Brasília, não existem estudos sobre a condição no país. 

Algumas características podem ser observadas nesta condição genética, representada por fácies típicas, carência de crescimento pós-natal, deficiência intelectual e anomalias múltiplas. Confira outras: 

  • Fácies típicas: sobrancelhas arqueadas, fendas palpebrais longas, eversão da pálpebra inferior, ptose palpebral, esclera azulada, depressão da ponta nasal, Orelhas grandes ou displásicas; 
  • Alterações esqueléticas e dermatoglíficas;
  • Deficiência intelectual leve a moderada; 
  • Déficit de crescimento pós-natal;
  • Anomalias cardíacas, renais e do perfil imunitário.
 

A síndrome é rara, mas pode ser tratada, por exemplo, em Apaes, localizadas em todo o país. Atualmente, a Apae Curitiba ajuda aproximadamente 500 pessoas com deficiência intelectual ou múltipla em três bairros da capital – Batel, Seminário e Santa Felicidade. São serviços a crianças, adultos e idosos que recebem tratamentos de psicólogos, neurologistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, musicoterapeutas, terapeutas ocupacionais, entre outros. A assistência é gratuita e precisa da colaboração da sociedade.

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