Escola Apae Santa Felicidade realiza reunião de pais para ampliar diálogo e fortalecer parceria
Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
A compreensão da atuação da fonoaudiologia para pessoas com deficiência intelectual é fundamental, pois, os recursos utilizados promovem o desenvolvimento da linguagem. Além disso, podem ser identificados tanto na compreensão quanto na maneira de repassar as informações, seja através da fala, de gestos, expressões corporais, na música, na dança, na escrita e na literatura.
As pessoas com deficiência (PcD) intelectual apresentam déficits relacionados às habilidades cognitivas e podem ter dificuldades no desenvolvimento da fala. Considerando que essa é uma das principais formas de socialização, a intervenção das adversidades citadas acima garantem uma melhor qualidade de vida. Entretanto, cada caso deve ser olhado de forma individual para buscar o melhor método de intervenção.
Conforme Andrea Portela Ilowski, fonoaudióloga da Escola de Estimulação e Desenvolvimento (CEDAE) da Apae Curitiba, é preciso analisar os casos para serem aplicados os métodos necessários, considerando as características, idade e estímulos que recebem no meio em que vivem. Um dos métodos mais utilizados nos consultórios é a Comunicação Alternativa, que estimula a percepção dos fonemas e palavras para efetivar a comunicação não verbal, seja por gestos, libras, expressões faciais e corporais, pranchas de comunicação e símbolos.
Andrea ressalta que nos casos mais severos podem acontecer comprometimentos que dificultam a comunicação verbal, mas os profissionais, com a família, devem adaptar esse processo de outras formas. É fundamental ter o conhecimento da rotina dos usuários para ser possível disponibilizar o recurso adequado às necessidades da pessoa.
Para inserir a Comunicação Alternativa dentro da rotina do paciente e obter uma comunicação mais efetiva, deve-se incluir objetos, sistemas de significação por meio das palavras impressas ou escritas e sistemas pictográficos representados por uma sequência de ações, como lavar as mãos e tomar banho. Menus com opções de brincadeiras, atividades de lazer, letras de músicas em formato de símbolos gráficos também são recursos utilizados.
Não há como prever em qual momento se deve intervir no desenvolvimento do paciente utilizando o método de Comunicação Alternativa. É preciso que a situação seja avaliada com um profissional. Portela explica que em muitos casos são utilizados diversos recursos e estratégias para promover e facilitar o processo de desenvolvimento da linguagem.
A Escola CEDAE atende crianças com deficiência intelectual ou múltipla, utilizando essencialmente a estimulação e pré-escolarização com idade cronológica de zero a 5 anos e 11 meses.
Oferece atendimento às crianças com síndromes, atrasos de desenvolvimento neuropsicomotor e deficiência intelectual. Também atende na área da saúde, fornecendo serviço social, neurologia, psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia, nutrição, terapia ocupacional e musicoterapia.
O objetivo é promover, através do processo educacional, a formação do cidadão, sua estruturação para a independência, autonomia, autorrealização, através do processo ensino-aprendizagem, respeitando seu desenvolvimento biopsicossocial, suas potencialidades e sua diversidade como membro de uma sociedade inclusiva.
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Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
A ação prestou uma homenagem às pessoas com síndrome de Down e promoveu a ampliação do repertório cultural e musical dos alunos.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.