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Professor conta como os filmes inclusivos contribuem para o desenvolvimento das crianças

“O cinema não é apenas uma forma de expressão cultural, o filme representa a percepção de alguém diante a uma determinada realidade”, diz Luiz Fernando Amorim Custódio, professor da Apae
Professor conta como os filmes inclusivos contribuem para o desenvolvimento das crianças
Rhúbia Ribeiro
Assistente de Marketing
Publicado em
duas crianças assistem televisão

O cinema é capaz de atingir todos os públicos, uma vantagem já que pode falar sobre diversos temas. Tem romance, ação, comédia, drama, entre outros estilos, que retratam a vida de casais, amores adolescentes, guerras, fantasmas, heróis, animais, e assim por diante. Os filmes também são capazes de disseminar e promover a inclusão das pessoas com deficiência, por exemplo, o filme “Intocáveis” (2011), “Meu nome é Rádio” (2003) e “Hoje eu quero voltar sozinho” (2014). Ainda existem animações infantis que, da mesma forma, promovem uma sociedade mais inclusiva, como o filme “Procurando Nemo” (2003) e “Procurando Dory” (2016).

Para o professor de artes da Escola Integração e Treinamento do Adulto (CITA) da Apae Curitiba, Luiz Fernando Amorim Custódio, é preciso ter mais filmes inclusivos “pelo simples fato de que o cinema não é apenas uma forma de expressão cultural,  ou de  entretenimento, como qualquer expressão artística. O filme representa a percepção de alguém diante a uma determinada realidade com uma interpretação particular de mostrar ao público, seja de forma imaginária ou em forma de registrar a vida, o movimento, as mudanças sociais, políticas, históricas e filosóficas da humanidade”, conta. 

Ao citar o filme “Procurando Dory” (2016), Custódio conta como os enredos infantis contribuem para o desenvolvimento das crianças. Segundo ele, elas vivenciam as experiências proporcionadas pelo movimento das imagens e sons; e ao assistirem os enredos, são influenciadas pelos conceitos que dialogam com a sua realidade, criando padrões de comportamento e até modificando a sociedade. 

No ambiente escolar os filmes se tornam ferramentas essenciais para a criação de uma cultura mais inclusiva. O professor conta que mostrar essa diversidade e incluir o grupo de pessoas com deficiência “oferece a oportunidade de exercerem seu direito à liberdade de expressão”, relata. 

Além do filme “Procurando Dory”, Custódio aponta outros filmes inclusivos para o público assistir, como “Uma lição de amor” (2001), “Forrest Gump – O contador de histórias” (1994), “Rain Man” (1989), entre outros.

Conheça o filme “Procurando Dory”

No filme “Procurando Nemo” o peixe-palhaço consegue atravessar o mundo após ser sequestrado do coral onde vivia. A partir disso, a Pixar resolveu criar um filme exclusivo para a Dory, coadjuvante de Nemo, que sofre com perda da memória constante.

Dirigido por Andrew Stanton ao lado de Angus MacLane, o filme conta de uma forma descontraída, sutil e fofa, a história da peixinha azul. Com alguns fragmentos de lembranças do passado, ela vai em busca da família junto a companhia de Marlin e seu filho Nemo. 

A trama pode ser considerada inclusiva, por se tratar de um filme que conta a história de uma personagem com problemas cognitivos que trazem algumas dificuldades ao cotidiano das pessoas, mas que podem ser superadas.

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