Sinais precoces da deficiência intelectual: por que não ignorar os primeiros comportamentos
Reconhecer os primeiros comportamentos e buscar avaliação especializada no momento certo pode fazer toda a diferença para o desenvolvimento da criança.

No dia 1 de setembro, a partir das 13h30, a Fanfarra da Apae Curitiba se apresentará no Centro de Educação Infantil FaBrincando – Rua. Almirante Gonçalves, 2406 – Água Verde. Na plateia estarão quatro estudantes que têm o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O espetáculo pretende mostrar às crianças suas potencialidades.
Segundo a regente da Fanfarra, Célia Mozer, o evento também mostrará que as crianças podem fazer várias tarefas, inclusive pertencer a uma fanfarra e serem músicos instrumentistas. “Esse é o foco do convite, mostrar para as crianças que os deficientes são capazes”.
A Fanfarra da Apae Curitiba é um grupo de estudantes com deficiência intelectual e/ou múltipla que se reúne para tocar instrumentos melódicos e de percussão no ambiente escolar da instituição de Santa Felicidade, Curitiba. Atualmente, o conjunto é formado por 48 integrantes, sendo 6 funcionários e 42 estudantes. Estes se apresentam em eventos de Curitiba e Região Metropolitana e em campeonatos, como o Campeonato Estadual de Bandas e Fanfarras e o Campeonato Interestadual de Bandas e Fanfarras (PR e SC).
O projeto trata-se de uma ação de apadrinhamento onde a cada mês poderá ser doado uma determinada quantia para a instituição. O valor vai ajudar a Apae manter seu funcionamento e utilizá-lo nas reformas nas escolas. Podem participar da campanha qualquer pessoa interessada que entrar em contato com a idealizadora pelo WhatsApp (41) 9 9788-7886 ou pelo e-mail [email protected]. Seja um dindo ou uma dinda clicando AQUI.
Reconhecer os primeiros comportamentos e buscar avaliação especializada no momento certo pode fazer toda a diferença para o desenvolvimento da criança.
Por trás da inquietação e do baixo rendimento escolar, podem existir dificuldades invisíveis que exigem olhar atento, diagnóstico precoce e práticas pedagógicas mais inclusivas.
Encontros mensais unem ludicidade, socialização e participação das famílias para reforçar os objetivos trabalhados durante as terapias.
Cada vez mais presente no ambiente escolar, a psicomotricidade se consolida como uma estratégia pedagógica eficaz no trabalho com crianças com transtornos de neurodesenvolvimento, contribuindo para a aprendizagem, a inclusão e o desenvolvimento global.
Especialista avalia avanços, enquanto Sérgio Czajkowski traz a perspectiva da prática. Para os estudantes da Apae Curitiba, a lei representa a luta contínua por um futuro com mais inclusão e oportunidades.
Campanha realizada em parceria com o Sest Senat mobilizou candidatas das categorias Infantil e Teen em uma grande corrente de solidariedade.