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A falta de acesso aos cuidados odontológicos podem causar problemas à saúde de pessoas com deficiência

Superar as barreiras de acessibilidade é fundamental para garantir o atendimento de qualidade a esses pacientes.
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Eduarda Zeglin
Jornalista, Assistente de Comunicação, Marketing e Eventos
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A falta de acesso aos cuidados odontológicos podem causar problemas à saúde de pessoas com deficiência

O atendimento odontológico especializado para pessoas com deficiência vem ganhando cada vez mais atenção nos últimos anos. Isso se deve ao fato dessas pessoas muitas vezes enfrentam barreiras para o acesso a cuidados dentários adequados, seja por falta de recursos ou por falta de profissionais treinados para lidar com suas necessidades específicas e saber realizar um atendimento mais cuidadoso e humanizado.

Uma das principais barreiras para o atendimento odontológico de pessoas com deficiência é a falta de adaptações no consultório. Muitas vezes, esses ambientes não possuem acessibilidade para cadeira de rodas, e os equipamentos e instrumentos são difíceis de serem manipulados por pessoas com necessidades especiais.

Além disso, muitos profissionais da área odontológica não estão devidamente treinados para lidar com pacientes com deficiência, é preciso que estejam preparados para proporcionar mais acessibilidade. Manter o acesso à informação também é fundamental para que tenham consciência sobre seus direitos. 

Para o especialista em Odontopediatria, gestão em saúde pública com ênfase em odontologia e atualização em atendimento e tratamento de pacientes especiais, Jonas Schultz: “É importante que os pais tenham consciência que, nem sempre, a paz, a tranquilidade e o entendimento vai reinar durante a consulta. O problema em si, precisa ser resolvido, amenizando a dor, restaurando a saúde bucal, que automaticamente colabora, e muito, com a saúde geral do paciente.”

O atendimento odontológico é crucial para a saúde geral das pessoas com deficiência, assim como para qualquer outra pessoa. A falta de acesso a cuidados dentários adequados pode levar a problemas graves, como infecções e doenças gengivais, e afetar a qualidade de vida dessas pessoas. 

A Apae realiza cuidados com a saúde dos residentes das Casas Lar. Casas essas disponíveis na Associação, servindo de acolhimento para maiores de 18 anos, onde os abrigados, com deficiência intelectual e/ou múltiplas, na condição de órfãos, abandonados ou em situação de risco. Nelas, residem, permanentemente (como em um lar), 35 acolhidos com idade entre 18 e 59 anos.

Quando se trata do atendimento odontológico dos residentes, periodicamente, com um enfermeiro disponível nas Casas Lar, é realizado uma pré-avaliação da dentição, se for encontrado algum tipo de intercorrência, o morador é levado à unidade básica de saúde para consultar com um dentista. Mas caso haja urgência, o morador é levado a um dentista particular. Semestralmente, os acolhidos são deslocados à unidade de saúde para avaliação com o dentista. 

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A Apae de Curitiba precisa da sua ajuda. Hoje a instituição atende quase 500 estudantes em cinco escolas, oferecendo saúde e assistência social. São realizados, em média, 50 mil atendimentos terapêuticos por ano e 3,5 mil por dia. Por ser uma instituição sem fins lucrativos precisa de apoio da sociedade. O ambiente precisa de reformas e para isso, que tal doar para a Apae Curitiba e apoiar a causa da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla? É muito fácil, clique AQUI e saiba mais. 

Contamos com três centros terapêuticos com atendimentos gratuitos às pessoas com deficiência intelectual ou múltipla. A instituição é mantenedora de cinco escolas especializadas localizadas em Santa Felicidade, Batel e Seminário, em Curitiba; e sete Casas Lar. Confira nossas escolas clicando AQUI

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