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Cinco formas incorretas de se referir e se comportar frente às pessoas com deficiência

Erros estão associados com falta de informação da sociedade
Cinco formas incorretas de se referir e se comportar frente às pessoas com deficiência
Rhúbia Ribeiro
Assistente de Marketing
Publicado em
aluna da apae curitiba pintando

O modo de se referir e se comportar frente às pessoas com deficiência é praticado erroneamente muitas vezes por falta de informação. É necessário uma conscientização por parte da sociedade para que cada vez mais tenhamos acessibilidade e inclusão. Pensando nisso, separamos cinco formas incorretas para você não dizer e utilizar em sua vida. Confira:

1) Infantilizar às pessoas com deficiência: É muito comum pessoas com deficiência serem subestimadas. Isso gera um desconforto a elas, por esse motivo o mais indicado é falar com cada uma de acordo com sua faixa etária.

2) Tentar ajudar: Nem todas as pessoas com deficiência precisam de ajuda nas suas tarefas corriqueiras do cotidiano. Antes de oferecer um auxílio, questione se a mesma necessita de algo, pois agir sem autorização é desrespeitar os direitos de igualdade do indivíduo.

3) Tratar como “coitadinhos”: A condição de deficiência em uma pessoa é apenas uma das variáveis características que um ser humano pode apresentar. Por essa razão, devemos tratar todos com igualdade.

4) Falar que a pessoa é deficiente: Denomina-se deficiência algum impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial que a pessoa possa ter. Portanto, o termo mais adequado para se referir é: pessoa com deficiência.

5) Não cause constrangimento desnecessário: Muitas pessoas fazem com que a pessoa com deficiência se sinta constrangida ao não dirigir a palavra diretamente a ela, dando ênfase na comunicação com seu acompanhante. Por isso, evite tomar esta atitude.

Saiba mais sobre as formas incorretas de se referir e se comportar frente às pessoas com deficiência acompanhando nossas redes sociais 

A Apae Curitiba é mantenedora de cinco escolas especializadas no atendimento à pessoa com deficiência intelectual ou múltipla. A instituição também conta com três centros terapêuticos que oferecem atendimentos à saúde. Dentre as inúmeras síndromes atendidas pela associação, a Síndrome de Turner está incluída. A associação também oferece apoio aos atingidos. Confira nossas escolas:

➔   Escola de Educação de Estimulação e Desenvolvimento – CEDAE: Faixa Etária: 0 a 5 anos e 11 meses.
➔   Escola Luan Muller: Faixa Etária: de 06 a 15 anos e 11 meses.
➔   Escola Terapêutica Vivenda: Faixa Etária: a partir de 16 anos, com atuação no EJA.
➔   Escola Integração e Treinamento do Adulto – CITA: Faixa Etária: acima de 17 anos, com atuação no EJA.
➔ Escola Agrícola Henriette Morineau – Faixa Etária: acima de 17 anos. 

Para participar dos atendimentos feitos pela instituição, entre em contato com as escolas clicando AQUI

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