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Aulas recomeçam na Apae Curitiba

As atividades pedagógicas retornaram na segunda-feira na Apae Curitiba. Além das aulas pedagógicas, recebem atendimento em sete áreas da saúde: Fisioterapia, Hidroterapia, Fonoaudiologia, Musicoterapia, Neurologia, Nutrição, Psicologia e Terapia Ocupacional.
Aulas recomeçam na Apae Curitiba
Paulo Fortunato
Jornalista e Coordenador de Comunicação, Markentig e Eventos
Publicado em
Aluna saindo de dento do ônibus escolar com a ajuda da diretora da Escola Vivenda, Selma, e mais duas funcionárias.

Os alunos da Apae Curitiba, retornaram às atividades pedagógicas e os estímulos na área da saúde nesta segunda-feira (07). São quase 500 estudantes matriculados nas cinco escolas da instituição: Cedae, Luan Muller, Agrícola, CITA e Vivenda. Além disso, os estudantes contam com atendimento terapêutico nas unidades do Batel, Santa Felicidade e Seminário. A Apae Curitiba atende pessoas de 0 a 69 anos, todas pessoas com deficiência intelectual e/ou múltipla.

Para o presidente da instituição, Paulo Roberto Michelon, as expectativas para o ano letivo são muito boas. “Esse ano, apesar das situações de contorno que a pandemia trouxe, nós vamos poder avançar em diversas áreas, as expectativas são muito boas. O direcionamento aos profissionais da Apae Curitiba na área de educação, saúde e assistência social é para que renovemos a nossa vontade e nosso espírito de fazer o bem ao próximo, para que alcancemos o sucesso em 2022”, disse.

Além das boas energias, Michelon lembrou do tempo em que passamos nos últimos dois anos, devido a pandemia e falou do desejo de retornar à normalidade do que era anteriormente ao Covid. “Temos muitas expectativas de voltar a realidade do que era nos anos anteriores. Contudo, seguiremos aquilo que a Secretaria de Educação estipulou para esse ano letivo e seguindo os protocolos sanitários”, comentou.

Em entrevista à Gazeta do Povo, o médico infectologista pediátrico Victor Horácio de Souza Costa Jr, garante não haver até agora indicadores epidemiológicos que impeçam a volta dos alunos às escolas.

“O que precisamos é ficar atentos, porque todos sabemos o quanto a escola faz bem para as crianças, não só no próprio aprendizado, como na sociabilização”, enfatiza o diretor do maior hospital pediátrico do Brasil. “Desde que as escolas reabriram ano passado, poucas fecharam por casos de Covid-19, justamente por seguirem todos os protocolos sanitários. Se todo mundo se cuidar, o ambiente na escola é seguro”, reforça o médico.

A Apae Curitiba está seguindo na íntegra os protocolos determinados pela Secretaria de Estado da Educação e do Esporte: Uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool em gel nas salas de aula e em locais de maior circulação, aferição de temperatura, orientação sobre a higienização frequente das mãos, janelas e portas abertas durante a maior parte do tempo. Também são realizadas a desinfecção constante de objetos e equipamentos destinados ao ensino, que sejam compartilhados.

Aluna saindo de dentro do ônibus escolar com a ajuda da diretora da Escola Vivenda, Selma.
Foto: Paulo Fortunato

 Atendimento na área da saúde

Os estudantes da Apae Curitiba, além das aulas pedagógicas, recebem atendimento em sete áreas da saúde: Fisioterapia, Hidroterapia, Musicoterapia, Neurologia, Nutrição, Psicologia e Terapia Ocupacional.

Os atendimentos, que podem ser individuais, em grupos ou em sistemática transdisciplinar, têm como objetivo principal oferecer a estimulação ao desenvolvimento da Pessoa com Deficiência, quer seja ele na área da linguagem, coordenação motora global, fina, psicomotricidade, habilidades cognitivas, psicossociais, acadêmicas ou na autonomia para atividades básicas de vida diária.

Além dos atendimentos já mencionados, o trabalho da equipe interdisciplinar que atua na estimulação precoce (com bebês de 0 a 3 anos), estimulação pré-escolar (4 aos 6 anos), na estimulação dos escolares (de 7 anos a 16 anos) e na estimulação de adultos (acima de 16 anos), consiste também nas seguintes atividades:

  • Reavaliações periódicas e planejamentos semestrais;
  • Orientações a pais e demais familiares;
  • Orientações à equipe escolar;
  • Visitas e atendimentos domiciliares, quando necessário.

Matéria: Paulo Fortunato

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