Escola Apae Santa Felicidade realiza reunião de pais para ampliar diálogo e fortalecer parceria
Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
Estagiar trata-se de um ato educativo escolar supervisionado que acontece dentro do ambiente de trabalho, podendo a pessoa com deficiência (PcD) fazer parte desde que siga alguns princípios:
O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso e através dele se prepara os estudantes – jovens e adultos – que estão frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, educação profissional de ensino médio, educação especial e anos finais do ensino fundamental.
A Lei n° 11.788 de 2008, que dispõe sobre o estágio, aponta que o exercício pode ser obrigatório ou não, mas buscando o conhecimento de capacidades próprias da execução profissional e à circunstância curricular, desejando o progresso do discente para a vida cidadã e para o trabalho. A norma também assegura às PcD 10% das vagas oferecidas pela parte concedente do estágio.
A jornada diária da atividade do estagiário não pode ultrapassar quatro horas por dia, no caso dos estudantes da Educação Especial. Ao estagiário com deficiência intelectual, o prazo contratual limite de dois anos se aplica, podendo ser estendido.
Chegar a uma faculdade é um desafio para as pessoas com deficiência, sendo a acessibilidade apenas um dos fatores que favorecem essa desigualdade. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o percentual de pessoas com deficiência não chega a 1% nas universidades.
A educação é um direito. Conforme a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), “é dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência, colocando-a a salvo de toda forma de violência, negligência e discriminação.” Com isso, como consequência, há pouca contratação no mercado de trabalho, pois muitos não têm ensino fundamental completo, equivalente a 68% da população com deficiência.
A Apae Curitiba conta com três centros terapêuticos que oferecem atendimentos à saúde gratuitos às pessoas com deficiência intelectual ou múltipla. A instituição é mantenedora de cinco escolas especializadas localizadas em Santa Felicidade, Batel e Seminário, Curitiba. Confira nossas escolas:
➔ Escola de Educação de Estimulação e Desenvolvimento – CEDAE: Faixa Etária: 0 a 5 anos e 11 meses.
➔ Escola Luan Muller: Faixa Etária: de 06 a 15 anos e 11 meses.
➔ Escola Terapêutica Vivenda: Faixa Etária: a partir de 16 anos, com atuação no EJA.
➔ Escola Integração e Treinamento do Adulto – CITA: Faixa Etária: acima de 16 anos, com atuação no EJA.
➔ Escola Agrícola Henriette Morineau: Adultos e adolescentes a partir de 17 anos.
Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
A ação prestou uma homenagem às pessoas com síndrome de Down e promoveu a ampliação do repertório cultural e musical dos alunos.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.