Sinais precoces da deficiência intelectual: por que não ignorar os primeiros comportamentos
Reconhecer os primeiros comportamentos e buscar avaliação especializada no momento certo pode fazer toda a diferença para o desenvolvimento da criança.

Muitos são os fãs de videogames, mas o que antes era visto apenas como diversão, hoje pode ser usado de forma terapêutica. Isso porque uma nova estratégia chamada Gameterapia vem utilizada para aliviar sintomas dolorosos e proporcionar a diminuição do uso de medicamentos.
A técnica utiliza a realidade virtual e com sua utilização, o paciente tem mais chances de recuperação pela interatividade com os jogos. Através deles praticam-se diversos tipos de exercícios, cada um com diferentes objetivos, simulando movimentos reais. A prática também proporciona sessões menos entediantes e mais produtivas.
A gameterapia visa tratar desde distúrbios emocionais como, por exemplo, pacientes com depressão ou fobias, até problemas de natureza óssea articular. Para cada caso, são utilizados jogos direcionados. Apesar de não substituir outras práticas, a técnica é bem aceita por médicos e pacientes. O principal motivo é o que ela tira o foco da dor e dos problemas, centrando as sessões em uma brincadeira virtual.
Essa técnica também é conhecida como reabilitação virtual, onde o paciente é acomodado diante de alguns sensores de movimentos que registram suas ações e refletem na tela, fazendo com que o “jogador” se engaje com a terapia. Nasceu em 2006 no Canadá, mas só em 2007 veio para o Brasil. Hoje em dia pode ser encontrada em algumas clínicas e hospitais. A gameterapia realmente veio para aliar o mundo lúdico do videogame com os benefícios da fisioterapia e tem apresentado efeitos fantásticos para os pacientes que têm mostrado muita aceitação pelo fato de não lembrar uma terapia convencional tirando o foco de suas limitações.
Um estudo feito por médicos da Universidade Estadual Julio Mesquita Filho de Rio Claro, São Paulo, analisou como a Gameterapia funciona como prática terapêutica para pessoas com deficiência físicas e intelectuais associadas e chegou a conclusão que seu uso fez com que os pacientes desenvolvessem capacidades como coordenação motora, agilidade, deslocamento e descarga de peso, ajustes posturais, equilíbrio, rotação de tronco e força muscular de membros inferiores de forma lúdica e interativa.
“Além dos aspectos lúdicos e dinâmicos a gameterapia pode também contribuir para a melhoria da motivação para a terapia e, ao mesmo tempo, pode conduzir à redução da apatia e absenteísmo entre os pacientes. É importante ressaltar que, por ser uma área de pesquisa relativamente nova, a consistência das evidências ainda não são tão fortes. Contudo, parece que a gameterapia poderia ser usada em complemento com a terapia convencional em pessoas com deficiência”, diz o estudo.
Além dos benefícios citados acima, dentro da Gameterapia também é possível observar:
A Apae de Curitiba tem por missão promover e articular ações de defesa de direitos e prevenção, orientações, prestação de serviços e apoio à família, direcionadas à melhoria da qualidade de vida da pessoa com deficiência e à construção de uma sociedade justa e solidária.
A associação é mantenedora de cinco escolas especializadas no atendimento à pessoa com deficiência intelectual ou múltipla. A instituição também conta com três centros terapêuticos que oferecem atendimentos à saúde. Atua em três pilares – educação, saúde e assistência social.
Para mais informações sobre a Gameterapia clique AQUI
A Apae de Curitiba precisa da sua ajuda. Hoje a instituição atende quase 500 estudantes em cinco escolas, oferecendo saúde e assistência social. São realizados, em média, 50 mil atendimentos terapêuticos por ano e 3,5 mil por dia. Por ser uma instituição sem fins lucrativos precisa de apoio da sociedade. O ambiente precisa de reformas e para isso, que tal doar para a Apae Curitiba e apoiar a causa da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla? É muito fácil, clique AQUI e saiba mais.
Contamos com três centros terapêuticos com atendimentos gratuitos às pessoas com deficiência intelectual ou múltipla. A instituição é mantenedora de cinco escolas especializadas localizadas em Santa Felicidade, Batel e Seminário, em Curitiba; e sete Casas Lar. Confira nossas escolas clicando AQUI.
Reconhecer os primeiros comportamentos e buscar avaliação especializada no momento certo pode fazer toda a diferença para o desenvolvimento da criança.
Por trás da inquietação e do baixo rendimento escolar, podem existir dificuldades invisíveis que exigem olhar atento, diagnóstico precoce e práticas pedagógicas mais inclusivas.
Encontros mensais unem ludicidade, socialização e participação das famílias para reforçar os objetivos trabalhados durante as terapias.
Cada vez mais presente no ambiente escolar, a psicomotricidade se consolida como uma estratégia pedagógica eficaz no trabalho com crianças com transtornos de neurodesenvolvimento, contribuindo para a aprendizagem, a inclusão e o desenvolvimento global.
Especialista avalia avanços, enquanto Sérgio Czajkowski traz a perspectiva da prática. Para os estudantes da Apae Curitiba, a lei representa a luta contínua por um futuro com mais inclusão e oportunidades.
Campanha realizada em parceria com o Sest Senat mobilizou candidatas das categorias Infantil e Teen em uma grande corrente de solidariedade.