Apae Curitiba arrecada mais de 4 toneladas de alimentos no Smart City 2025
A 6ª edição do evento reforçou a inclusão e o impacto social da instituição.
A Síndrome de Williams é uma condição genética rara que afeta aproximadamente 1 em 10.000 nascimentos. Os sintomas da Síndrome de Williams incluem o desenvolvimento facial distinto, hipotonia muscular, atraso no desenvolvimento intelectual e emocional, problemas de coração e outras condições médicas associadas.
Embora a Síndrome de Williams possa afetar significativamente o desenvolvimento de uma pessoa, com o devido apoio e recursos, as pessoas com a condição podem ter uma vida longa e satisfatória. É importante oferecer a elas terapias, incluindo terapia ocupacional, fisioterapia e terapia da fala, para ajudá-las a desenvolver habilidades importantes. Além disso, é importante fornecer acesso a escolas e programas especializados que possam ajudar a maximizar seu potencial.
A família também desempenha um papel importante no apoio a uma pessoa com Síndrome de Williams. É necessário fornecer a eles informações sobre a condição e recursos disponíveis, bem como o apoio emocional durante o processo. Grupos de apoio e programas de mentorado também podem ser uma ótima fonte de suporte para as famílias.
O diagnóstico da Síndrome de Williams é feito a partir de uma combinação de sinais clínicos, histórico familiar e resultados de exames genéticos, incluindo testes genéticos específicos como análise de sequenciamento de DNA ou hibridação in situ fluorescente.
Em alguns casos, a condição pode ser diagnosticada antes do nascimento por meio de exames pré-natais, mas muitas vezes só é detectada após o nascimento quando as características físicas e de desenvolvimento tornam-se aparentes.
O diagnóstico preciso é importante para maximizar o desenvolvimento e a qualidade de vida da pessoa afectada, sendo necessária uma avaliação por um profissional de saúde qualificado.
O tratamento da Síndrome de Williams é feito com uma abordagem multidisciplinar, envolvendo uma equipe de profissionais de saúde que trabalham juntos para fornecer a melhor assistência possível. Não há cura para a condição, mas o tratamento pode ajudar a melhorar a qualidade de vida e a função dos indivíduos afetados.
O tratamento inclui intervenções terapêuticas, tais como fisioterapia, terapia ocupacional e terapia da fala, além de medicamentos para controlar problemas de saúde específicos, como convulsões ou comportamentos agressivos.
A educação e o apoio às famílias também são importantes para garantir o melhor cuidado possível para a pessoa afectada. É importante lembrar que cada pessoa com Síndrome de Williams é única e que o tratamento deve ser personalizado de acordo com suas necessidades e condições de saúde.
A Apae de Curitiba precisa da sua ajuda. Hoje a instituição atende quase 500 estudantes em cinco escolas, oferecendo saúde e assistência social. São realizados, em média, 50 mil atendimentos terapêuticos por ano e 3,5 mil por dia. Por ser uma instituição sem fins lucrativos precisa de apoio da sociedade. O ambiente precisa de reformas e para isso, que tal doar para a Apae Curitiba e apoiar a causa da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla? É muito fácil, clique AQUI e saiba mais.
Contamos com três centros terapêuticos com atendimentos gratuitos às pessoas com deficiência intelectual ou múltipla. A instituição é mantenedora de cinco escolas especializadas localizadas em Santa Felicidade, Batel e Seminário, em Curitiba; e sete Casas Lar. Confira nossas escolas clicando AQUI.
A 6ª edição do evento reforçou a inclusão e o impacto social da instituição.
Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.