Apae Curitiba arrecada mais de 4 toneladas de alimentos no Smart City 2025
A 6ª edição do evento reforçou a inclusão e o impacto social da instituição.
Você conhece a síndrome de Kabuki (SK)? Dentre as deficiências atendidas pela Apae Curitiba, a síndrome faz parte dos atendimentos nas áreas de saúde, educação e assistência social, desde que tenha deficiência intelectual.
Também conhecida como síndrome da “Maquiagem de Kabuki” – nome visto como um constrangimento –, foi retratada pela primeira vez em 1981 no Japão e de lá para cá registrou-se aproximadamente quatrocentos casos no mundo. Conforme o Brasília Médica, órgão de divulgação científica da Associação Médica de Brasília, não existem estudos sobre a condição no país.
Algumas características podem ser observadas nesta condição genética, representada por fácies típicas, carência de crescimento pós-natal, deficiência intelectual e anomalias múltiplas. Confira outras:
A síndrome é rara, mas pode ser tratada, por exemplo, em Apaes, localizadas em todo o país. Atualmente, a Apae Curitiba ajuda aproximadamente 500 pessoas com deficiência intelectual ou múltipla em três bairros da capital – Batel, Seminário e Santa Felicidade. São serviços a crianças, adultos e idosos que recebem tratamentos de psicólogos, neurologistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, musicoterapeutas, terapeutas ocupacionais, entre outros. A assistência é gratuita e precisa da colaboração da sociedade.
A Apae de Curitiba precisa da sua ajuda. Hoje a instituição realiza, em média, 50 mil atendimentos terapêuticos por ano e 3,5 mil por dia. Por ser uma instituição sem fins lucrativos é indispensável o apoio da sociedade. O ambiente necessita de reformas e para isso, precisa da sua doação. É muito fácil, doe clicando AQUI.
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A 6ª edição do evento reforçou a inclusão e o impacto social da instituição.
Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.