Escola Apae Santa Felicidade realiza reunião de pais para ampliar diálogo e fortalecer parceria
Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
Uma sociedade mais inclusiva requer iniciativas que tenham como objetivo a inclusão de pessoas com deficiência nos espaços de lazer. Diante desse contexto foi que Shirley Ordônio se inspirou em uma de suas filhas com paralisia cerebral para dar início ao projeto LIA.
Em uma entrevista ao portal Lunetas, Ordônio compartilhou como sua filha enfrentava barreiras arquitetônicas de acessibilidade, impedindo-a de interagir com outras crianças. “Minha filha ficava na cadeira de rodas apenas assistindo, impedida de participar da interação com seus irmãos e demais crianças devido às barreiras arquitetônicas de acessibilidade”.
Shirley trabalha atualmente como representante da Aliança Paranaense de Doenças e Síndromes Raras, e trouxe o programa como uma forma de referência e inspiração para mudanças positivas, transformando os espaços de lazer em ambientes mais acolhedores e acessíveis para todos.
O objetivo principal do Projeto LIA é assegurar que parques públicos, praças e outros espaços de uso comum tenham brinquedos adaptados, permitindo que crianças com deficiência tenham acesso ao lazer e diversão como qualquer outra criança. Em parceria com outras mães, Shirley tem lutado por essa implantação efetiva, conscientizando a sociedade sobre a importância dessa causa.
Além disso, o projeto busca por espaços adaptados e promove eventos inclusivos, nos quais crianças com e sem deficiência podem interagir e se divertir juntas, quebrando barreiras e mostrando à sociedade a viabilidade e a necessidade da inclusão. O movimento desempenha um papel crucial na conscientização e no fortalecimento das famílias envolvidas no cuidado das crianças com deficiência.
O impacto do projeto se estende em todo o país, sendo um exemplo de como a ação coletiva pode transformar vidas e criar um impacto significativo. Ao unir mães, famílias, amigos e profissionais em prol da inclusão, ele está construindo um futuro mais igualitário e acessível para todas as crianças com deficiência.
É essencial reconhecer e apoiar iniciativas como essas, que destacam a importância de garantir a dignidade, os direitos e as oportunidades para todas as pessoas, independentemente de suas habilidades. Ao promover a inclusão e a diversidade, estamos construindo uma sociedade mais justa, solidária e acolhedora para todos os cidadãos.
Você sabia que uma das formas de doar para Apae Curitiba é através da sua conta de luz? Basta entrar em contato com a Copel pelo telefone 0800 722 2723 e informar que quer fazer uma doação para a instituição do valor desejado. O valor que você escolheu será direcionado a instituição que será cobrado na sua próxima fatura. Não esqueça de estar com documentos em mãos para que eles possam confirmar sua identidade. Não deixe de doar! Existem maneiras simples e fáceis para você colocar sua generosidade em prática. Entre em contato agora mesmo com a Copel solicitando sua doação. Contamos com você. Saiba mais clicando AQUI.
Hoje a instituição atende quase 500 estudantes em cinco escolas, oferecendo saúde e assistência social. São realizados, em média, 50 mil atendimentos terapêuticos por ano e 3,5 mil por dia. Por ser uma instituição sem fins lucrativos precisa de apoio da sociedade. O ambiente precisa de reformas e para isso, que tal doar para a Apae Curitiba e apoiar a causa da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla? É muito fácil, clique AQUI e saiba mais.
Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
A ação prestou uma homenagem às pessoas com síndrome de Down e promoveu a ampliação do repertório cultural e musical dos alunos.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.