Dia Mundial de Conscientização do Autismo: Apae Curitiba promove ações pela inclusão
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é uma data de reflexão sobre as lutas e conquistas das mulheres ao longo da história. Neste ano, destacamos mulheres com deficiência intelectual que, mesmo enfrentando barreiras e preconceitos, deixaram sua marca no mundo.
Uma delas é Helen Keller, nascida nos Estados Unidos em 1880. Aos 19 meses, Helen ficou surda e cega devido a uma doença. Com a ajuda de sua tutora, Anne Sullivan, ela aprendeu a se comunicar através da língua de sinais e tornou-se a primeira pessoa com deficiência a se formar em uma universidade americana. Helen se tornou uma ativista pelos direitos das pessoas com deficiência e fundou a Associação Americana de Pessoas com Deficiência.
Outra mulher inspiradora é Temple Grandin, nascida nos Estados Unidos em 1947. Temple foi diagnosticada com autismo na infância e teve que enfrentar o preconceito de professores e colegas de escola. No entanto, ela se destacou em sua carreira como cientista e pesquisadora, desenvolvendo técnicas inovadoras de manejo de animais para a indústria de alimentos. Temple é uma defensora da inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e já palestrou em diversas conferências pelo mundo.
No Brasil, temos o exemplo de Izabel de Oliveira, nascida em São Paulo em 1971. Izabel tem Síndrome de Down e, apesar das dificuldades, formou-se em pedagogia e atua como professora de educação infantil. Ela é uma das fundadoras da Associação Amigos Down de Osasco e região e trabalha para que outras pessoas com deficiência intelectual tenham acesso à educação e ao mercado de trabalho.
Além dessas mulheres incríveis, existem muitas outras com deficiência intelectual que estão fazendo a diferença em diferentes áreas da sociedade atualmente. Karla Melo, por exemplo, é uma artista plástica brasileira com Síndrome de Down que já expôs seus trabalhos em várias cidades do Brasil e no exterior.
Nyle DiMarco é uma modelo e ativista americana que é surda desde o nascimento. Ela se tornou a primeira mulher surda a vencer o reality show America’s Next Top Model e ganhou a temporada 22 do Dancing with the Stars. Sue Austin, por sua vez, é uma artista e ativista britânica que utiliza uma cadeira de rodas para se locomover. Ela criou um projeto chamado “Fundo do Mar” em que ela explora o oceano utilizando uma cadeira de rodas especialmente adaptada para mergulho. O projeto tem como objetivo mudar a percepção da sociedade sobre a deficiência e mostrar que as pessoas com deficiência podem fazer coisas incríveis.
Essas mulheres são exemplos de força, coragem e determinação, e mostram que a deficiência intelectual não é um obstáculo para alcançar os seus sonhos. Elas inspiram muitas pessoas ao redor do mundo e nos lembram da importância da inclusão e da valorização da diversidade.
Já pensou em doar algumas horas da sua semana para ajudar aqueles que necessitam? A Apae Curitiba precisa de você. Ser voluntário é uma atividade prazerosa e com espírito de equipe você contribui para o fortalecimento da organização na sociedade. Ficou interessado? Clique AQUI. Será um prazer ter você junto conosco, na causa da pessoa com deficiência intelectual.
Hoje a instituição atende quase 500 estudantes em cinco escolas, oferecendo saúde e assistência social. São realizados, em média, 50 mil atendimentos terapêuticos por ano e 3,5 mil por dia. Por ser uma instituição sem fins lucrativos precisa de apoio da sociedade. O ambiente precisa de reformas e para isso, que tal doar para a Apae Curitiba e apoiar a causa da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla? É muito fácil, clique AQUI e saiba mais.
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
A ação prestou uma homenagem às pessoas com síndrome de Down e promoveu a ampliação do repertório cultural e musical dos alunos.
Atividades ressaltaram a importância da preservação e do uso consciente do recurso.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.