Escola Apae Santa Felicidade realiza reunião de pais para ampliar diálogo e fortalecer parceria
Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
As mulheres com deficiência intelectual enfrentam inúmeros mitos e preconceitos que limitam suas oportunidades e perpetuam estereótipos. Estes mitos são prejudiciais e desinformam a sociedade, impedindo uma inclusão efetiva e o reconhecimento pleno de seus direitos e capacidades. A seguir, abordamos alguns dos mitos mais comuns:
Realidade: mulheres com deficiência intelectual têm a capacidade de aprender, embora possam necessitar de métodos de ensino adaptados e tempos diferentes. Com apoio adequado e educação personalizada, elas podem desenvolver habilidades e alcançar uma vida plena e produtiva.
Realidade: mulheres com deficiência intelectual são perfeitamente capazes de trabalhar e contribuir significativamente em diversas áreas. Elas podem desempenhar funções variadas, desde trabalhos manuais até posições em empresas, desde que recebam as adaptações e treinamentos necessários.
Realidade: como qualquer pessoa, mulheres com deficiência intelectual têm sentimentos e desejos de afeto e relacionamento. Elas podem formar laços afetivos, namorar, casar e constituir família, assim como qualquer outra pessoa, desde que respeitadas suas necessidades e direitos.
Realidade: a independência de uma mulher com deficiência intelectual depende do apoio e das oportunidades que ela recebe. Muitas conseguem viver de forma independente ou semi-independente, gerenciando suas vidas com autonomia, desde que tenham acesso aos recursos e suporte adequados.
Realidade: com orientação e educação apropriada, mulheres com deficiência intelectual podem aprender a cuidar de sua saúde. É fundamental que elas recebam informações acessíveis sobre saúde física, mental e reprodutiva, garantindo que possam tomar decisões informadas sobre seu próprio corpo.
Realidade: a sexualidade é uma parte natural da vida de qualquer pessoa, incluindo aquelas com deficiência intelectual. Reconhecer e respeitar a sexualidade dessas mulheres é crucial, garantindo-lhes acesso a informações e cuidados de saúde sexual apropriados.
Realidade: mulheres com deficiência intelectual têm voz e devem ser encorajadas a usá-la para defender seus direitos. Muitas já atuam como ativistas e defensoras, participando ativamente em movimentos que promovem a igualdade e a inclusão, deixando sua marca na história.
É essencial combater esses mitos por meio da educação, sensibilização e políticas inclusivas. A sociedade deve reconhecer as capacidades e os direitos das mulheres com deficiência intelectual, promovendo um ambiente que valorize suas contribuições e lhes ofereça oportunidades iguais.
A Apae Curitiba é uma instituição dedicada a acolher e promover a causa das pessoas com deficiência, tendo a inclusão e o combate ao preconceito como pilares fundamentais. Seu objetivo é construir uma sociedade mais justa e equitativa para todos.
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Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
A ação prestou uma homenagem às pessoas com síndrome de Down e promoveu a ampliação do repertório cultural e musical dos alunos.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.