Apae Curitiba arrecada mais de 4 toneladas de alimentos no Smart City 2025
A 6ª edição do evento reforçou a inclusão e o impacto social da instituição.
O atendimento odontológico especializado para pessoas com deficiência vem ganhando cada vez mais atenção nos últimos anos. Isso se deve ao fato dessas pessoas muitas vezes enfrentam barreiras para o acesso a cuidados dentários adequados, seja por falta de recursos ou por falta de profissionais treinados para lidar com suas necessidades específicas e saber realizar um atendimento mais cuidadoso e humanizado.
Uma das principais barreiras para o atendimento odontológico de pessoas com deficiência é a falta de adaptações no consultório. Muitas vezes, esses ambientes não possuem acessibilidade para cadeira de rodas, e os equipamentos e instrumentos são difíceis de serem manipulados por pessoas com necessidades especiais.
Além disso, muitos profissionais da área odontológica não estão devidamente treinados para lidar com pacientes com deficiência, é preciso que estejam preparados para proporcionar mais acessibilidade. Manter o acesso à informação também é fundamental para que tenham consciência sobre seus direitos.
Para o especialista em Odontopediatria, gestão em saúde pública com ênfase em odontologia e atualização em atendimento e tratamento de pacientes especiais, Jonas Schultz: “É importante que os pais tenham consciência que, nem sempre, a paz, a tranquilidade e o entendimento vai reinar durante a consulta. O problema em si, precisa ser resolvido, amenizando a dor, restaurando a saúde bucal, que automaticamente colabora, e muito, com a saúde geral do paciente.”
O atendimento odontológico é crucial para a saúde geral das pessoas com deficiência, assim como para qualquer outra pessoa. A falta de acesso a cuidados dentários adequados pode levar a problemas graves, como infecções e doenças gengivais, e afetar a qualidade de vida dessas pessoas.
A Apae realiza cuidados com a saúde dos residentes das Casas Lar. Casas essas disponíveis na Associação, servindo de acolhimento para maiores de 18 anos, onde os abrigados, com deficiência intelectual e/ou múltiplas, na condição de órfãos, abandonados ou em situação de risco. Nelas, residem, permanentemente (como em um lar), 35 acolhidos com idade entre 18 e 59 anos.
Quando se trata do atendimento odontológico dos residentes, periodicamente, com um enfermeiro disponível nas Casas Lar, é realizado uma pré-avaliação da dentição, se for encontrado algum tipo de intercorrência, o morador é levado à unidade básica de saúde para consultar com um dentista. Mas caso haja urgência, o morador é levado a um dentista particular. Semestralmente, os acolhidos são deslocados à unidade de saúde para avaliação com o dentista.
A Apae de Curitiba precisa da sua ajuda. Hoje a instituição atende quase 500 estudantes em cinco escolas, oferecendo saúde e assistência social. São realizados, em média, 50 mil atendimentos terapêuticos por ano e 3,5 mil por dia. Por ser uma instituição sem fins lucrativos precisa de apoio da sociedade. O ambiente precisa de reformas e para isso, que tal doar para a Apae Curitiba e apoiar a causa da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla? É muito fácil, clique AQUI e saiba mais.
Contamos com três centros terapêuticos com atendimentos gratuitos às pessoas com deficiência intelectual ou múltipla. A instituição é mantenedora de cinco escolas especializadas localizadas em Santa Felicidade, Batel e Seminário, em Curitiba; e sete Casas Lar. Confira nossas escolas clicando AQUI.
A 6ª edição do evento reforçou a inclusão e o impacto social da instituição.
Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.