Dia Mundial de Conscientização do Autismo: Apae Curitiba promove ações pela inclusão
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
As doenças raras são acometidas por cerca de 65 pessoas em cada 100.000 indivíduos, segundo o Ministério da Saúde. Geralmente as doenças raras são crônicas, progressivas e incapacitantes, podendo ser degenerativas e também levar à morte.
A Distrofia de Duchenne é uma dessas doenças genéticas que provocam a degeneração progressiva do músculo, e desenvolvidas apenas em meninos. De acordo com a coluna do Dr. Drauzio Varella no portal UOL, a Distrofia é de caráter recessivo, ligada ao cromossomo X. O gene defeituoso é transmitido simultaneamente pelo pai e pela mãe, que é assintomática. No entanto, cerca de 1/3 dos casos ocorre por mutação genética nova.
A doença se caracteriza pela ausência de uma proteína importante para o músculo. O Dr. Drauzio explica que nos primeiros anos de vida a criança demora a aprender a andar e ao longo dos seus 12 anos ela perde a capacidade total de locomoção, isso porque os músculos vão se degenerando, trazendo agravantes ao paciente até o ponto em que há o comprometimento não apenas da musculatura esquelética, mas também trazendo riscos em outros órgãos como, coração ocasionada por alterações no diafragma, o que também compromete a respiração.
Além da dificuldade de respirar e da insuficiência cardíaca, os homens acometidos pela doença também podem apresentar obesidade e deficiência intelectual.
O diagnóstico pode ser feito nos primeiros meses de vida através do próprio exame de sangue. Ao realizar a análise do DNA é possível ter o diagnóstico, em outros casos é necessário realizar uma biópsia do músculo para identificar a proteína ausente. Alguns testes genéticos também podem ser aplicados para que se tenha um resultado mais assertivo.
A distrofia não tem cura, mas conta com alguns tipos de tratamentos fundamentais para controlar os sintomas e trazer mais qualidade de vida ao paciente. Segundo o portal Tua Saúde, o uso de medicamentos como corticoides devem ser utilizados ao longo da vida, os quais atuam como anti-inflamatório, além de retardar a perda da função muscular. As sessões de fisioterapia também são fundamentais, pois ajudam a fortalecer a musculatura, além de aliviar as dores.
Em alguns casos é necessário que haja internamento, mas o tratamento ideal seria através das células-tronco embrionárias para substituir os músculos que estão degenerados. Vale ressaltar que é necessário que haja o acompanhamento de um profissional para que o tratamento possa ser encaminhado de forma correta e de acordo com as necessidades do paciente.
O projeto trata-se de uma ação de apadrinhamento onde a cada mês poderá ser doado uma determinada quantia para a instituição. O valor vai ajudar a Apae manter seu funcionamento e utilizá-lo nas reformas nas escolas. Podem participar da campanha qualquer pessoa interessada que entrar em contato através do e-mail [email protected]. Seja um dindo ou uma dinda clicando AQUI.
Hoje a instituição atende quase 500 estudantes em cinco escolas, oferecendo saúde e assistência social. São realizados, em média, 50 mil atendimentos terapêuticos por ano e 3,5 mil por dia. Por ser uma instituição sem fins lucrativos precisa de apoio da sociedade. O ambiente precisa de reformas e para isso, que tal doar para a Apae Curitiba e apoiar a causa da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla? É muito fácil, clique AQUI e saiba mais.
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
A ação prestou uma homenagem às pessoas com síndrome de Down e promoveu a ampliação do repertório cultural e musical dos alunos.
Atividades ressaltaram a importância da preservação e do uso consciente do recurso.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.