Escola Apae Santa Felicidade realiza reunião de pais para ampliar diálogo e fortalecer parceria
Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
O Apaecast desta segunda-feira (31) entrevistou Andrea Portela Ilowski. A fonoaudiólogia trabalha na Escola Luan Muller da Apae Curitiba e atua há 33 anos na instituição. Ela fala sobre a técnica de bandagem e como é feita a aplicação nos alunos.
A técnica de bandagem criada pelo quiropraxista Kenzo Kazek, tem o objetivo de prevenir lesões e trazer estabilidade para as articulações e os músculos. As fitas elásticas e adesivas auxiliam e promovem o aumento da circulação sanguínea, aliviam a dor e aumentam a prospecção da região que está a bandagem. São indicadas para atletas lesionados, para pessoas com problemas ortopédicos e musculares e para crianças com deficiência.
Andrea explica que existem quatro tipos de fitas, dentre elas as específicas para bebês e pessoas que têm a pele sensível. As fitas comuns encontradas em farmácias, as rígidas usadas em casos específicos, onde você precisa de uma sustentação do próprio corpo, podendo ser utilizada em até 4 horas, e a cross tape, também muito utilizada para trabalhar a energia do corpo e aliviar a dor. Geralmente ela é utilizada na fonoaudiologia para crianças com bruxismo.
Os profissionais da Fisioterapia, Terapia Ocupacional e da Fonoaudiologia que trabalham na escola CEDAE, utilizam a técnica para auxiliar no controle da vedação labial e posicionamento de língua, estabilizando articulações e musculatura de membros superiores e inferiores.
A fonoaudióloga conta que ao aplicar a técnica nos alunos é necessário que haja uma avaliação do caso, conforme o seu desenvolvimento e seu caso específico, após esse procedimento a equipe entra em contato com a família e faz as orientações necessárias. É fundamental que a criança seja acompanhada pelos profissionais e pelos responsáveis para ver se ela está desempenhando bons resultados ou não.
Já pensou em doar algumas horas da sua semana para ajudar aqueles que necessitam? A Apae Curitiba precisa de você. Ser voluntário é uma atividade prazerosa e com espírito de equipe você contribui para o fortalecimento da organização na sociedade. Ficou interessado? Clique AQUI. Será um prazer ter você junto conosco, na causa da pessoa com deficiência intelectual.
Hoje a instituição atende quase 500 estudantes em cinco escolas, oferecendo saúde e assistência social. São realizados, em média, 50 mil atendimentos terapêuticos por ano e 3,5 mil por dia. Por ser uma instituição sem fins lucrativos precisa de apoio da sociedade. O ambiente precisa de reformas e para isso, que tal doar para a Apae Curitiba e apoiar a causa da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla? É muito fácil, clique AQUI e saiba mais.
Foto: Revista Saúde
Encontro abordou unificação das escolas, engajamento nas redes sociais e participação ativa das famílias na instituição.
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
A ação prestou uma homenagem às pessoas com síndrome de Down e promoveu a ampliação do repertório cultural e musical dos alunos.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.