Dia Mundial de Conscientização do Autismo: Apae Curitiba promove ações pela inclusão
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cardiopatia congênita é uma anomalia que afeta a estrutura do coração desde o nascimento, podendo causar alterações no fluxo sanguíneo e comprometendo o funcionamento do órgão. Quando associada à Síndrome de Down, a incidência da doença é ainda maior. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cardiopatia congênita é a malformação mais comum em recém-nascidos, afetando cerca de 1% das crianças nascidas vivas.
A síndrome de Down é uma condição genética que afeta cerca de 1 em cada 700 nascimentos em todo o mundo, causada pela presença de uma cópia extra do cromossomo 21, o que leva a várias características físicas distintas, bem como deficiência intelectual em graus variáveis. Infelizmente, a síndrome de Down também está associada a um maior risco de várias condições médicas, incluindo problemas cardíacos congênitos.
O termo cardiopatia congênita é usado para descrever qualquer tipo de problema cardíaco que está presente desde o nascimento. Cerca de 50% das pessoas com síndrome de Down apresentam algum tipo de problema cardíaco congênito, o que significa que esses indivíduos têm um risco muito maior de desenvolver problemas no coração do que a população em geral.
Algumas das condições cardíacas congênitas mais comuns em pessoas com síndrome de Down incluem defeito do septo atrial, defeito do septo ventricular, tetralogia de Fallot e canal atrioventricular completo. Cada uma dessas condições envolve uma anormalidade específica no coração, que pode afetar a maneira como o sangue flui através do coração e dos pulmões.
A presença da cardiopatia congênita em uma pessoa com Síndrome de Down pode trazer diversos riscos e complicações. Além de comprometer o funcionamento do coração, a cardiopatia pode causar problemas respiratórios, alterações no desenvolvimento físico e cognitivo, além de aumentar a suscetibilidade a infecções.
O tratamento para a cardiopatia congênita em pessoas com síndrome de Down é geralmente semelhante ao tratamento para outras pessoas com problemas cardíacos congênitos. Dependendo da gravidade do problema, pode ser necessário um tratamento médico imediato, com medicamentos para ajudar a controlar a pressão arterial ou a frequência cardíaca. Em casos mais graves, pode ser necessária uma cirurgia cardíaca ou outro procedimento invasivo.
Uma das principais preocupações em relação à cardiopatia congênita em pessoas com síndrome de Down é a possibilidade de complicações pós-cirúrgicas. Por possuírem um risco muito maior de complicações pós-cirúrgicas do que a população em geral, o que significa que as equipes médicas precisam estar preparadas para lidar com essas situações.
É importante que as pessoas com síndrome de Down que têm cardiopatia congênita recebam acompanhamento médico regular e cuidadoso. Isso pode incluir visitas frequentes ao cardiologista, exames regulares do coração e testes de monitoramento para detectar quaisquer mudanças na função cardíaca.
Com o tratamento adequado e acompanhamento médico, muitas pessoas com síndrome de Down que têm cardiopatia congênita podem levar vidas longas e saudáveis. No entanto, é importante que essas pessoas recebam atenção médica regular, a fim de minimizar o risco de complicações e maximizar sua saúde e bem-estar geral.
A Apae de Curitiba precisa da sua ajuda. Hoje a instituição atende quase 500 estudantes em cinco escolas, oferecendo saúde e assistência social. São realizados, em média, 50 mil atendimentos terapêuticos por ano e 3,5 mil por dia. Por ser uma instituição sem fins lucrativos precisa de apoio da sociedade. O ambiente precisa de reformas e para isso, que tal doar para a Apae Curitiba e apoiar a causa da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla? É muito fácil, clique AQUI e saiba mais.
Contamos com três centros terapêuticos com atendimentos gratuitos às pessoas com deficiência intelectual ou múltipla. A instituição é mantenedora de cinco escolas especializadas localizadas em Santa Felicidade, Batel e Seminário, em Curitiba; e sete Casas Lar. Confira nossas escolas clicando AQUI.
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
A ação prestou uma homenagem às pessoas com síndrome de Down e promoveu a ampliação do repertório cultural e musical dos alunos.
Atividades ressaltaram a importância da preservação e do uso consciente do recurso.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.