Dia Mundial de Conscientização do Autismo: Apae Curitiba promove ações pela inclusão
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
O capacitismo, preconceito contra pessoas com deficiência (PcDs), é uma barreira que só pode ser superada por meio da transformação de atitudes e pensamentos. Adotar um comportamento mais respeitoso e empático, deixando estigmas para trás, pode impactar positivamente a vida dessas pessoas. Confira atitudes simples que contribuem para essa mudança:
A deficiência apresenta inúmeras variações, e nenhuma pessoa é igual à outra. Reduzir indivíduos com deficiência a estereótipos, como presumir que todos os surdos não podem falar, desconsiderar suas especificidades, talentos e necessidades únicas.
Referir-se adequadamente às PcDs é essencial. Expressões desrespeitosas que reduzem o indivíduo à sua deficiência devem ser evitadas. Enxergue a pessoa além de sua limitação e valorize suas contribuições para a sociedade.
Embora histórias de superação sejam inspiradoras, as PcDs não devem ser definidas apenas por elas. Enxergue essas pessoas como seres humanos completos, com personalidades, talentos, habilidades e experiências únicas.
Dúvidas sobre como tratar, incluir ou apoiar uma pessoa com deficiência são naturais. Pergunte diretamente, com respeito, para evitar equívocos. Informar-se sobre o universo das PcDs tornará você mais preparado e inclusivo.
Acessibilidade é um direito que garante igualdade de oportunidades em ambientes físicos, digitais e comunicacionais. É fundamental entender que todas as pessoas, com ou sem deficiência, têm direito a participar plenamente da sociedade.
Promover a inclusão começa com pequenas mudanças no comportamento que, somadas, podem transformar a sociedade. Respeito, empatia e conhecimento são os pilares dessa luta!
Para saber tudo sobre Deficiência Intelectual, Síndromes e Transtornos, siga a Apae Curitiba no Facebook e Instagram.
A Apae de Curitiba precisa da sua ajuda. Hoje a instituição atende quase 474 estudantes em cinco escolas, oferecendo saúde e assistência social. São realizados, em média, 40 mil atendimentos terapêuticos por ano e 3,4 mil por mês. Por ser uma instituição sem fins lucrativos precisa de apoio da sociedade. O ambiente precisa de reformas e para isso, que tal doar para a Apae Curitiba e apoiar a causa da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla? É muito fácil, clique AQUI e saiba mais!
Escolas realizam atividades que reforçam a mensagem da campanha: “Informação gera empatia, empatia gera respeito”.
A cerimônia incluiu palestras inspiradoras sobre autocuidado e autoestima, além da entrega de kits de beleza às mães dos alunos e colaboradores.
A autodefensora da Apae Curitiba, Gortiana Vilalba, e a assistente social das Residências Inclusivas, Rosilei Pivovar, realizaram uma fala de conscientização durante o evento.
Entenda os desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas e descubra como o Cordão de Girassol pode ajudar na identificação e inclusão desses indivíduos.
A ação prestou uma homenagem às pessoas com síndrome de Down e promoveu a ampliação do repertório cultural e musical dos alunos.
Atividades ressaltaram a importância da preservação e do uso consciente do recurso.
Os modelos de todas as fotos deste site são personagens reais. Agradecemos aos estudantes, familiares, profissionais e colaboradores da Apae Curitiba por fazerem parte da história da instituição.